Monday, June 11, 2007

Memorias de um arrepio



Você pode ter esquecido
mas minha memória é eterna
Eu sou aquele arrepio
sem vento e sem frio
subindo em sua perna

O grito comprimido num pote
O cheiro cheiroso
que te esquenta o cangote
Eu sou o inferno e a paz

O passado que vai à frente
e o presente correndo atrás
Aquele que te segue enquanto anda
tragando o aroma de mel e lavanda
Eu sou a sua libido viva

A gota saliva que escapole do beijo
escorre na louça e ilumina o que vejo
E mais do que justo segue sua trilha
atravessa seu busto e tranborda à virilha

Assim como essa gota
sou eu agora
Passeio em seu corpo
pouso em sua mão
e vou embora

4 comments:

a dama da livre poesia said...

encantada com seus poemas. um beijo!!

Stéphanie said...

hummm
memórias de todos os arrepios...

amo,
:*:

coletora de memórias said...

uuuuuui

astolfinha ;) said...

De todos, esse é o q mais gosto!

;*